quarta-feira, 26 de setembro de 2007


MENSAGEM DO DIA 27/09/2007

Onde Começa a Delinquência?

Numa noite dessas, quando voltávamos para casa um pouco mais tarde do que o horário habitual, percebemos uma pequena aglomeração de jovens, no quintal de uma casa comercial. Fora do horário de expediente a casa estava fechada, o que a tornava propícia à invasão dos desocupados. Em princípio pensamos que eram meninos de rua buscando abrigo seguro, mas logo percebemos que se tratava de garotos de classe média, fazendo uso de drogas, despreocupadamente. Sentimos profunda compaixão por aqueles meninos tão novos e já sem rumo. Perdidos nos cipoais das drogas, num caminho de difícil retorno. Logo em seguida nos perguntamos: onde estão os pais desses jovens? Será que sabem o que fazem seus filhos? Ou será que não estão interessados no assunto? Grande parte dos que se iniciam nas drogas, logo adentram pelo caminho do roubo e de outros crimes, afundando-se cada vez mais num redemoinho sufocante. Estudos sobre a delinqüência infanto-juvenil feitos na Universidade de Harvard, Estados Unidos, revelaram os seguintes dados: 60% dos menores delinqüentes têm pai e mãe que bebem excessivamente. 65% desses menores têm permissão dos pais para fazerem o que bem entendem. 60% provêm de lares onde o marido e a mulher não vivem em harmonia. 70% são de lares onde não há recreação de espécie alguma. 80% têm pais que não procuram interessar-se pelos amigos dos filhos. 80% desses jovens queixam-se da indiferença da mãe. 60% queixam-se da indiferença do pai. A grande maioria provém de lares desfeitos. Raros recebem qualquer espécie de ensino religioso. Temos, dessa forma, as características gerais e bem acentuadas, das casas onde começa a delinqüência. São casas e não lares, porque o lar tem outro significado. Isso nos faz lembrar de uma pequena história para ilustrar a diferença dos termos. Devido à falta de casas perto da base militar onde servia, um jovem médico viu-se obrigado a viver com a esposa e três filhos pequenos num acanhadíssimo quarto de hotel. Um amigo, preocupado com a situação, aproximou-se da filha do médico, uma menina de seis anos de idade e lhe disse: "que pena vocês não terem um lar, não é mesmo?" - Oh, nós temos um lar, sim senhor, respondeu a menina prontamente. - O que não temos, por enquanto, é uma casa para abrigá-lo. Pensando nisso, concluímos que aqueles garotos soltos na noite, por conta própria, não eram meninos de rua, no sentido usual do termo, mas, certamente, eram meninos sem lar.
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Você já pensou, com seriedade, nas características gerais que definem as casas de onde sai grande parte dos delinqüentes? Vale a pena que prestemos muita atenção nos percentuais levantados pela Universidade de Harvard, para que analisemos a nossa situação dentro do lar. E se detectarmos qualquer coincidência com os fatores pré-disponentes à delinqüência, não hesitemos em mudar o rumo das coisas, antes que seja demasiado tarde.



MENSAGEM DO DIA 26/09/2007

Juntos


Bob era um veterano da guerra do Vietnã. E na guerra deixou suas duas pernas, à conta da explosão de uma mina. Foi recebido em seu país, como herói. Mas verdadeiramente herói ele demonstrou ser, vinte anos depois de seu retorno. Isso porque o verdadeiro heroísmo brota do coração. Era o ano de 1985 e ele trabalhava em sua garagem, num dia quente de verão. De repente, a tranqüilidade das horas foi rompida pelos gritos de uma mulher. Bob verificou que os gritos vinham da casa vizinha e, com rapidez, moveu sua cadeira de rodas naquela direção. Entretanto, a vegetação densa que ali existia, não permitia o acesso da cadeira. Os gritos continuavam, desesperadores e ele não teve dúvidas. Jogou-se ao chão e foi se arrastando, entre os arbustos. Quando chegou à casa ao lado, percebeu que os gritos vinham da piscina. Era a mãe de uma criança de apenas 3 anos que assim se expressava, quase em histeria. A criança caíra na piscina. Era uma garotinha com deficiência física: nascera sem os braços. Não tinha como nadar. Bob mergulhou até o fundo e trouxe a pequena Stephanie de volta. Ela não tinha pulso, o rosto estava azulado. Não respirava. Ele praticamente ordenou à mãe que chamasse os bombeiros, enquanto iniciou manobras de ressuscitação na criança. Quando a mãe retornou, ainda aflita, informou que os para-médicos iriam demorar um pouco, pois se encontravam em outro atendimento. Ela chorava, sem saber o que fazer. Mas bob foi quem a sossegou. Não se preocupe. Eu fui os braços dela para sair da piscina. Agora sou os seus pulmões. Não se preocupe. Juntos, vamos conseguir. Alguns segundos mais e a menininha tossiu, recobrou a consciência e começou a chorar. Mãe e filha se abraçaram. Como você sabia que tudo ia dar certo? - perguntou depois ao veterano de guerra a vizinha agradecida. Minha senhora, quando a mina explodiu, arrancando-me as pernas, eu estava sozinho num campo. Não havia ninguém para ajudar. Apenas uma menininha vietnamita. Enquanto eu lutava, me arrastando, para chegar ao seu vilarejo, ela ficava repetindo, num inglês atravessado: ‘Está tudo bem. Você vai viver. Eu ser suas pernas. Juntos nós conseguir.’ Bem, eu consegui com a ajuda da garotinha. Agora, foi a minha oportunidade de retribuir o favor. E fico feliz por isso. É uma forma de dizer a Deus que agradeço por estar vivo.
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Quase sempre colocamos limites para nossas atuações no bem. Pensamos muito antes de agir. O que faz que, por vezes, o socorro chegue atrasado. Dizemos que não temos dinheiro para ajudar a quem precisa, que não temos tempo, que não sabemos o que fazer. Pensemos um pouco: quem realmente se importa com o outro e quer, age. Com o que tem, como pode, onde possa. Mesmo porque, por vezes, somos a única opção de auxílio a alguém.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Mensagem do dia 25/9/2007

Humildade

Humildade é o fruto do auto-respeito, traz certeza sem dogma. Uma pessoa humilde nunca teme perda. O que precisamos está sempre dentro de nós. Nada e ninguém pode pegar esses recursos internos. Humildade floresce da segurança interior, nos tornando prontos para comunicar, cooperar e experimentar novos pensamentos e idéias. Ela é a nossa grande proteção.


Não ame esperando algo em troca; espere para que este sentimento cresça no coração daquele que você ama. E, se isso não acontecer, esteja feliz por este sentimento estar crescendo em seu coração.


Mensagem do dia 26/9/2007

Relacionamentos

O que acontece quando alguém lhes dá um presente? Mesmo que vocês não gostem muito dele, vocês irão pegá-lo. Vocês não iriam devolvê-lo, isto seria muito rude. Da mesma maneira, com relação ao Drama da vida, não sejam rudes com ele queixando-se: "Por que você me enviou essa pessoa?" É um presente e você tem que abrí-lo. Porque dentro dele existe uma semente, talvez a semente da tolerância. Para cada problema de uma pessoa vocês encontrarão, lá dentro, uma semente para o que é oposto.
Acreditem nisso!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Mensagem do dia 21/9/2007

Intelecto

A qualidade mais importante do intelecto é entender as coisas como elas são e não como parecem ser.Assim como nada pode ser escrito na luz, um bom intelecto nunca se deixa poluir pelo inútil nem influenciar pelo negativo.Com tal lucidez, ele fica ocupado com suas próprias experiências - não tem tempo para ficar observando como os outros estão agindo.Ao invés de criticá-los e julgá-los, ele permanece estável e poderoso em seu trabalho interior.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Mensagem do dia 20/09/2007

EU AMO TUA VOZ

Me dizendo coisas. Eu amo ficar do teu lado sentindo teu corpo no meu. Eu amo teus beijos, que saciam minha sede, e calam minha alma. Eu amo teu perfume, teu jeito de ser; Eu amo acreditar que vamos ficar juntos para sempre.Tudo em você me completa.Ter encontrado você foi o melhor presente que me aconteceu,sinto-me feliz ao teu lado,você é muito especial para mim e, com certeza, transformou minha vida, e mudou meu mundo, me fez ver cores e flores que antes eu não via, e com todas as transformações que fizestes em minha vida, a maior delas foi a redescoberta do amor, e por hoje eu te digo com todo coração:
EU TE AMO!

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

UMA DAS COLUNAS ISTO POSTO - SEMANA PASSADA - P.Martins


ALI BABÁ “DOIS”

O chamado Ali Babá brasileiro não foi denunciado junto ao Supremo. Foi um erro. Tanto que ensejou animação a um bando de delinqüentes abrigados sobre o corrosivo manto da impunidade do Senado, a praticarem a defesa do corrupto que preside aquela casa. Certamente se animaram em torno do fato que revela que quando o bando atinge o numero de quarenta, o mafioso mor deverá ser blindado. Foi assim em torno dos pronunciados no Supremo e, foi assim na quarta feira quando justamente quarenta – mais uma vez o numero sintomático – absolveu o Dom Corlione tupiniquim. A diferença nessas semelhanças é que o Ali Babá da literatura roubou de ladrões e, os nossos roubaram do povo, da sociedade e são absolvidos. Metade do “Senado da República” é composta de canalhas, escreveu certa ocasião um colega jornalista. Foi processado, houve sentença e, ao lhe exigirem retratação, não se fez de rogado e escreveu:
“Metade do Senado não é composta de canalhas”.
Pronto, embora a “retratação” a verdade não foi alterada. Desde a última quarta feira os brasileiros devem estar dizendo: “Metade do senado é composta de canalhas”. Acrescente-se “delinqüentes, safados” e outros adjetivos que hoje, mais do que nunca, fazem por merecer. Resta ao Brasil, agora, restaurar o respeito de cidadania aos senhores Marcola, Fernandinho Beira Mar, Marcos Valério, Delúbio Soares e, em memória póstuma, a Lampião, Silvério dos Reis, P.C. Farias, ao mesmo tempo em que se pede para não mais dispararem insultos contra homens como Paulo Maluf, Roberto Jéferson e similares. São cidadãos “dignos de respeito” a partir da nova cultura criada pelo senado brasileiro na última quarta feira.

GRIFE

O senado brasileiro não perdeu os escrúpulos, pois não se perde o que não se tem.

KETCHUP

Por “jurisprudência de lamaçal”, consagrada no Senado brasileiro, salvem o Corinthians. Afinal, todos são iguais perante a lei.

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No regime militar um escândalo como esse envolvendo o quadrilheiro que foi absolvido no Senado não ocorreria. Havia o que era chamado de Ato Institucional. E por esse instrumento, um delinqüente como o que foi inocentado por seus semelhantes, simplesmente seria cassado sem nenhum circo a envolver todos os palhaços circunstantes.

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Petista, a bordo das trapaças que usam para burlar o bom senso do povo, afirmou que “o senado estava salvo como instituição”. Justamente “como instituição” é que está liquidado.

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Renam Calheiros está autorizado a continuar multiplicando seus bois à revelia de processos honestos, assim como a continuar comprando emissoras de radio e jornais com o dinheiro que falta nos salários dos professores, dos policiais, dos trabalhadores brasileiros, enfim.

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Após ter o senado disparado o tiro de misericórdia na dignidade, na ultima quarta feira, uma das mais notáveis personalidades brasileiras – RUI BARBOSA – foi a mais lembrada. Disse ele quando em vida:
“O Brasil seria melhor se os homens de bem tivessem a ousadia dos canalhas”.

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Cascavel, lá pela década de setenta, contava com um lupanar conhecido como “Casa da Chiquinha”. Creiam que o seu “status” era acentuadamente mais respeitável do que o atual Senado brasileiro.

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Em nota à imprensa, Renan Calheiros afirmou que o que aconteceu no senado foi “VITÓRIA DA DEMOCRACIA”.
Coluna ISTO POSTO - Paulo Martins - Sábado - 15/09/2007 - GAZETA DO PARANA


A HISTÓRIA AGREDIDA

Kennedy Alencar é o nome que vi assinado numa coluna publicada pela Folha de São Paulo, que discorria sobre o infame e parcial livro que trata sobre o período em que os militares brasileiros, a bordo da responsabilidade de cuidar dos mais valiosos princípios desta Nação, defenderam, por imperioso patriotismo, o status de liberdade e democracia que o comunismo internacional desejava demolir. Ocorre que o signatário do artigo em referência – se é colega não sei – ao mesmo tempo em que precisa ter reconhecido o direito de pensar como desejar, ignorou que a ética literária não lhe autoriza deturpar fatos históricos – o que ele fez – a bordo da decisão de defender um dos mais corrosivos, parciais e mentirosos compêndios (o livro em apreço) relacionados com o período em que os militares desenvolveram a ordem e o progresso deste nosso Brasil. O “moço”, acredito que o seja já que não houve resposta de e-mail que pedia sua idade, acredito, à época, deveria estar ainda no útero da mãe ou, quem sabe, nem ali ainda havia desaguado, quando ocorreu a “tentativa de golpe” e a reação através do “contra golpe” exigido pela sociedade brasileira. A verdade verdadeira, histórica e irrefutável, esclarece que a ação dos militares foi, sim, “um contra golpe”, reação que baniu, então, essa crosta ideológica pegajosa e infame que esperneia e sobrevive em alguns raros cantos menos exigentes deste nosso planeta, um dos quais Cuba. E por ter certeza de que lá em 64 o missivista não estava - ou não cavalgaria em falsidades, acredito - é que me permito, eu que lá estive, alertar aqueles que se assanham a bordo de inverdades e do “ouvi dizer”, que um dos mais gratificantes bônus reconhecido e oferecido pela opinião pública a um jornalista é o da credibilidade – aliás, o principal – mas para merecê-lo, é imperioso preservar a verdade em notícias ou em artigos ou em notas soltas, rodapés ou seja lá em qual circunstância e, se assim é, torna-se recomendável revisar escritos antes de publicá-los enfaixados em falsidades e tolices. Ainda a bem da verdade, o livro que até o defectível governo Lula defende, está na contra mão da realidade do que foi o período de governo militar e, mais ainda, envolvem-no na abjeta tentativa de redimir delinqüentes que sobreviveram, apesar dos seqüestros, assaltos e assassinatos que promoveram e hoje buscam escamotear pelas mentiras que tentam transformar em verdades. Não são verdades, ao contrário, são balelas que produtores de artigos de falso conteúdo tentam consagrar e falsidades que liquidam com o trunfo principal de um profissional de imprensa e que é – repito – a credibilidade. E porque afirmo com convicção o que aqui está nessas “mal traçadas linhas”, principalmente a respeito dos ataques ao que ocorreu no final de março de 1964 pelo tal livro infame? Qual a minha “credencial” de sustentação? Uma muito simples...EU ESTAVA LÁ, NAQUELE MARÇO DE 1964. Vivi tudo aquilo que hoje, indivíduos desinformados, ALÉM DE OUTROS MAL INTENCIONADOS, tentam deturpar em favor de uma ideologia jurássica, medieval, fracassada, corrompida e incapaz. Eu estava lá, assistindo as circunstâncias do “contra-golpe” que elementos que hoje inspiram artigos e livros, insistem em batizar como golpe. Graças aos militares hoje não temos um Brasil cubanizado, comunistado, ditatorial e dissociado de liberdades. Assim é que, faz-se mister aconselhar-se “escribas” mal informados - ou mal intencionados, repito - a que, antes de escreverem asneiras conflitantes com a realidade, procurem se instruir pelo menos em termos históricos, pois hoje ainda vivem muitos dos que “viveram” aquele período e estão prontos a rechaçar canalhas imbuídos de conspurcar a verdadeira história da redentora revolução de março de 1964. O colunista da Folha escreveu:
“A nota do Alto Comando do Exército sobre o livro `Direito à Memória e à Verdade´ é uma triste notícia para o país”.
Quem o autorizou a falar em nome do País ? Quem ? Já não bastam as trapaças na área política, teremos que também que passar a cultivar trapaças na área jornalística ? Na verdade, o aconselhável seria honrarem os princípios da profissão combatendo a mentira e não ajudando a reforçá-la. Diz ainda:
“O livro conta uma verdade histórica. Pela primeira vez, um documento do governo federal relata em detalhes atos cruéis da ditadura militar (1964-1985).”
O livro não conta uma verdade histórica, ao contrário, deturpa a verdade e, agredindo o princípio básico da informação, tenta convencer a opinião pública sobre a versão de apenas um lado da história e, justamente o lado dos bandidos, dos terroristas, dos seqüestradores, dos assassinos, dos assaltantes de bancos, aos quais articulistas vez ou outra decidem se associar. Enfim, há ocasiões em que somos obrigados a lamentar estarmos irremediavelmente nessa profissão jornalística, e isso ocorre quando constatamos que certos “colegas” fazem parte dessa nobre atividade, mas sem se preocuparem em honrar os elementares princípios da honestidade da informação. Mas, fazer o que, tentar enfraquecer “o fruto de certos determinismos genéticos”, às vezes é árdua e nada exitosa empreitada.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Mensagem do dia 11/09/2007

Derrota

A causa da derrota não se encontra no obstaculo ou no rigor das circunstancias. Está no retrocesso da determinação e na desistencia da própria pessoa. Se acreditar em dificuldades, tudo realmente fica dificil. Se acreditar em impossibilidades, tudo realmente fica impossivel. Quando o ser humano regride na sua decisão de vencer, os problemas que se erguem a sua frente acabam parecendo maiores e confunde-no como uma realidade que não pode ser mudada. A derrota encontra-se exatamente nisso.


Mensagem do dia 12/9/2007

Valores

Precisamos de diretrizes que jamais mudem, não importa quantas vezes reinventemos a nós mesmos e nossas organizações. Estas diretrizes são nossos valores - os pessoais e aqueles com os quais concordamos em nossos trabalhos. Quando ninguém sabe o que fazer - o que é muito comum hoje em dia, independente da posição hierárquica - podemos recorrer aos nossos valores para definir o caminho a seguir. Quando as regras não mais se aplicam, apenas os princípios permanecem.


Mensagem do dia 13/9/2007

Segredo Essencial

Muitas vezes ficamos seriamente preocupados com as soluções que deveríamos apontar para aqueles que nos procuram, diante da grandiosidade de seus inúmeros problemas. Soluções sem dúvida, nada fáceis. Soluções talvez utúpicas e alienantes, caso não sejam nascidas de uma profunda comunhão de vida com aqueles que sofrem.Quem precisa desabafar, não vem em primeiro lugar em busca de reflexões. Ele busca, sim um ombro amigo onde possa reclinar sua fronte cansada. Um pouco de compreensão apenas. Um pouco de atenção, de aceitação, de calor humano. Isso é tudo. Tudo o que um coração que sofre necessita. Não se preocupe em resolver problemas e apontar soluções para quem está aflito e desesperado. Enxugue suas lágrimas, compartilhe suas angústias, (mas, sem envolvimento)!!!!!! acalente-o, fazendo todo ouvidos e ternura para as palavras sofridas ou o silêncio terrível de quem se sente aniquilado pela vida. As soluções nascem por si. Para compreender e amar de verdade é preciso: escutar sem pressa, sem julgar, escutar com toda paciência e interesse . Eis o segredo que todos nós devemos aprender.



A CARTA

"Como estás?

Escrevo-te esta carta porque quero dizer-te o quanto me preocupo
contigo e quão grande é o meu desejo de ajudar-te. Vi-te ontem com teus amigos e pensei que talvez quisesses falar
também a mim. Esperei todo o dia. Ao entardecer, dei-te um lindo pôr-do-sol para
terminar teu dia e uma brisa fresca para teu descanso depois de um dia cansativo e esperei...Nunca vieste. Sim, claro, doeu-me muito, mas ainda assim te amo e quero ser teu amigo.
Vi-te dormir ontem à noite e quis tocar tua fronte. Enviei raios de lua que cobriram
teu travesseiro e teu rosto para ver se despertavas para falar comigo, mas não!
Continuavas em teu sono. Tenho tantos dons para dar-te. Pouco depois era tarde e foste apressadamente trabalhar.
Minhas lágrimas misturaram-se à água que caía.Hoje vejo-te triste, preocupado, só, tão só! Meu coração compreende:
meus amigos também me abandonaram e machucaram, mas eu te amo. Oh, se ao menos escutasses... Eu te amo! Procuro dizer-te por meio do céu azul
e dos verdes campos. Falo-te aos ouvidos através das folhas das árvores e do odor das flores.
Grito nos riachos entre as montanhas. Dou aos pássaros cantos de amor para ti.Visto-te com o calor do Sol e perfumo para ti o ar com o aroma da natureza.
Meu amor por ti é mais profundo do que o mar,
porém maior é meu desejo de falar e caminhar contigo!Eu sei quão duro é viver nesta terra. Realmente o sei e desejo ajudá-lo
se me deixar somente demonstrá-lo. Quisera que conhecesses o meu Pai.
Ele deseja ajudar-te também. Meu Pai é assim. Logo tu o conhecerás
e o amarás tanto quanto a mim. Chama-me qualquer hora do dia ou da noite, pois eu nunca durmo e sempre te responderei.
Amo-te, sejas solteiro, casado ou divorciado...
sejas bom ou mau, eu te amo.Pede-me o que queiras, que se for para o teu benefício eu te darei.
Fala comigo e desabafa tuas angústias e ansiedades que eu sempre tenho tempo para ti.Por favor, não te esqueças de mim, tenho tanto que partilhar contigo...
quero dar-te tantas coisas... Já não te incomodarei mais. Sei que tens muito o que fazer.
erdoa-me que te tenha tomado tanto tempo,
mas não podia esperar mais sem deixar-te saber que te amo e que te espero."
Teu amigo fiel,Jesus de Nazaré.
(Autor desconhecido)